Casamento & Place Cards

Depois de vários meses sem postar nada a respeito do nosso casamento (que aconteceu em 23/11/2013) resolvi retomar a série de posts que mostram um pouco dos itens DIY da festa. Pra quem ainda não sabe, DIY quer dizer “do it yourself”, ou “faça você mesmo” em português.

Hoje o post é pra falar sobre os Place Cards. Como o próprio nome sugere, eles são cartões de marcação de lugares. Aqui no Brasil não se vê muito disso (confesso que não achei exemplos disso em casamentos daqui quando pesquisei a respeito) mas lá fora é muito usado, principalmente em mini weddings.

Eu queria muito colocar isso no nosso casamento. Não sabia no início se ia dar certo pois meu casamento já não era considerado um mini wedding, visto que eu teria cerca de 100 convidados presentes. Troquei uma ideia com a Fernanda, nossa cerimonialista, sobre essa possibilidade e ela super apoiou o uso deles na nossa festa. Então segui em frente!

Nas minhas pesquisas, vi inúmeras maneiras de fazer e usar os place cards. Alguns casais colocam nas próprias mesas, no lugar de cada convidado. Outros, feitos em papel, formavam uma árvore. Fichinhas de bingo, cartões que imitavam baralho, enfim, vale tudo pra fazer a festa de casamento ficar com a cara dos noivos!

No nosso casamento, optei por fazer eu mesma os place cards, seguindo a ideia de fazer o máximo de itens DIY possíveis. Optei por tags de madeira, que eu mesma iria pintar. Mandei um marceneiro cortá-las, e, além delas, também pedi mini corações e mini estrelas, para enfeitar as tags. Meu tempo era curto então precisei simplificar o máximo possível.

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Pintei todas as tags da mesma cor e fiz a mesma decoração. Cada uma tinha o nome de um convidado, de um casal ou família (dependendo dos acompanhantes de cada uma delas). Fiz questão de ser bem informal. Escrevi todas a mão, usando o primeiro nome do convidado e, aos nossos parentes, incluímos carinhosamente um “Vó”, “Tio”, “Tia”, etc.
Na parte de baixo, indicava o número da mesa em que deveriam sentar (nestas primeiras fotos, os números ainda não estavam inclusos nas tags pois as mesas não haviam sido numeradas. Por isso deixei um espaço para escrever isto depois).

O diferencial delas foram os corações e estrelas, que tinham formatos diferentes e cores diferentes.

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Comprei cordão de macramê em tom de marrom para pendurarmos elas. As penduramos bem na entrada do salão. Fiz em madeira rústica uma placa que ficou pendurada junto delas e dizia assim “Procure seu nome e encontre sua mesa”.
A ideia era essa mesmo: Que os convidados procurassem o place card que continha seu nome para então descobrirem o número da mesa em que deviam sentar =)

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Todo mundo adorou! E funcionou super bem. O pessoal entrou na brincadeira e foram bem contentes procurar seus place cards. No final, todos puderam levar os seus para casa, é claro =)

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Place Cards podem ser usados em todo tipo de festas que se necessite dispor os convidados em mesas marcadas. Casamentos, aniversários, formaturas, encontros… Vi inclusive fotos de aniversários com place cards super divertidos! Vale a pena dar uma googlada sobre o assunto =)

No próximo post da série “casamento” vou mostrar como fiz as lembrancinhas =)

Beijos e até lá!

27
agosto
2014

O nosso ~convite de casamento~

Hello, pessoas!

Então, hoje fazem 9 dias que casei (o tempo voa!), foi lindo, maravilhoso! E com relação aos itens DIY não tem mais nenhuma surpresa pra estragar, então a partir de hoje farei uma série de posts aqui no blog, pra mostrar todos os detalhes do nosso casamento, todos os elementos que planejei, todo o trabalho que tive para que tudo ficasse do jeitinho que queríamos!

Para quem não sabe, eu sou artesã de coração e publicitária de formação, então não tinha como eu não colocar a mão na massa e fazer as coisas acontecerem. Mas que coisinhas? As que vocês irão conhecer aqui, em cada post que eu fizer =)

Uma das primeiras coisas que eu pensei em fazer foi ele, o convite!
Gente, eu bolei este convite quase 1 ano e meio antes do casamento… e adivinhem? Não mudei absolutamente nada nele! <3 O processo de criação dele foi bem complexo, contou com a participação de outras pessoas, até chegar no resultado final que vocês verão aqui. E tudo começou às avessas: a primeira coisa que eu pensei é que eu precisava usar um furador de papel que eu tinha comprado há algum tempo: Convites Casamento Re+Ale 01

É um kit de furadores para scrapbook, da Martha Stewart, e é chamado de “punch around the page”, isso porque ele tem um furador para os cantos e um furador para as bordas, que juntos, dão continuidade ao desenho. Existem vários desenhos diferentes de borda, mas na época que eu comprei, me encantei por este desenho todo rendadinho. E detalhe: eu comprei ele em 2011, sem finalidade alguma, só porque achei “bonitinho”…

Então, com essa história do casamento, de eu querer fazer a papelaria sozinha, resolvi que ia usar o tal furador para fazer a borda do convite. Mas aí me deparei com um problema: pelo fato do furador ser importado (americano), o tamanho do papel a ser cortado precisava ser calculado em polegadas, e não em centímetros… isso para que o desenho dele fechasse perfeitamente. Não que eu não soubesse trabalhar com polegadas, o problema seria conseguir um envelope para ele! E foi assim que o meu martírio começou…

Procura daqui, revira dali, fui em umas 38463549 livrarias, e nada… ou o envelope era grande demais, ou pequeno demais… se ficava bom na largura, dava problema na altura… me convenci de que não conseguiria um envelope padrão para ele. Consultei algumas gráficas pra ver quanto custaria fazer um envelope personalizado, e, obviamente que era muito caro. Eu já esperava por isso, pois eu precisava de apenas 65 unidades e gráfica trabalha com quantidade, quanto mais unidades iguais você compra, menor é o preço da unidade… e a quantidade que eu queria não atingia nem o mínimo, quiçá descontos!

Foi então que, numa conversa com minha mãe, ela lançou a ideia brilhante: porque não um envelope de tecido?
Como não pensei nisso antes? Com tecido faria o tamanho e formato de envelope que quisesse! G-E-N-I-A-L!
Fiz um cálculo rápido pra saber quantos yards de tecido eu precisava. Sim, yards (tradução: jardas)! Porque quando você compra tecido importado e de uma loja do exterior, você compra em yards e não em metros… 1 yard = 91cm (+ ou -). Tecidos importados tem qualidade superior, o algodão é infinitamente melhor, as estampas tem cores mais vivas e desenhos bem delineados. Comprar de fora compensa porque você pagará pelo mesmo tecido a metade do valor que ele é vendido aqui.
Já tinha decidido que o tecido seria importado, que compraria de fora, que precisava de 6 yards pra fazer todos os envelopes. A temática do nosso casamento seriam passarinhos, eles estariam presentes no convite. Então, pra complicar ainda mais, decidi que o tecido do envelope seria de casinhas de passarinho!
Foi uma intensa busca, mas finalmente consegui com um vendedor do Etsy uma estampa que me agradou demais! E o melhor: num tom de azul liiiiiindo!

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Mas como nem tudo são rosas, ele tinha apenas 4 yards do tecido em azul… até tinha mais yards da mesma estampa, porém em tecido verde claro. Na hora fiquei um pouco chateada, mas depois, pensei: tanta coisa nesse casamento vai ser diferente… a começar pelo local, que tem uma mesa de cada tamanho, uma cadeira de cada estilo… porque não usar duas cores de envelope? Comprei os 4 yards de tecido azul e 2 yards de tecido verde… alguns convidados receberam uma cor de envelope, outros convidados receberam outra =)
Eu fiz a compra em janeiro/2013, com muuuuita antecedência. Demorou cerca de 50 dias para os tecidos chegarem até minhas mãos.

Alguns meses depois, quando chegou a época de colocar a mão na massa e iniciar a produção, bolei também 2 cartõezinhos, que seriam anexados ao convite: o primeiro para confirmação de presença, com os dados que a nossa cerimonialista nos passou para tal; e o segundo falando da nossa página na internet, onde haviam fotos, mapa do evento e lista de presentes. O site construí pelo iCasei.

Tudo planejado e arquivo de papelaria finalizado, fui na gráfica e imprimi algumas páginas de teste:

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Fazer página de teste é muito importante, pois assim você pode ver como ficaram as cores no papel e se o tamanho do convite ficou certinho. Teste feito e aprovado, mandei fazer a impressão das 65 unidades necessárias.

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Momento de trabalho braçal: Cortar tuuuuuudo na guilhotina, pra ficar bem retinho e nas medidas. Depois de cortados, chegou a hora de usar o meu ultra hiper mega super blaster furador de bordas.

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Parte de papelaria feita! Os convites ficaram assim:

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Depois disso, minha mãe cortou o tecido para os envelopes na placa de patchwork, que também dá precisão ao corte, com medição certa:

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Vale aqui dizer que, antes de sair cortando este tecido, calculei exatamente que tamanho precisava cortar para fazer o envelope que queria e cortei este tamanho em um outro tecido qualquer… costurei e experimentei o convite dentro dele, para ver como ficaria. E só com a certeza de que era exatamente isso que eu queria, que fizemos o corte do real tecido que seria usado para os envelopes. TUDO que fazemos pela primeira vez exigem testes. Ou então você estará fadado a ter uma margem de desperdício de material muito maior do que deveria ter.

Com todo o tecido cortado, eu e a mãe fomos para a máquina, fazer a bainha das bordas.

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De última hora, resolvemos adicionar um detalhe: uma tira de renda de algodão na parte frontal inferior do envelope. E dá-lhe medição e corte!

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Essa renda precisou ser posicionada com alfinetes, pois a mesma costura que fecharia as laterais do envelope, também a pregou. Tudo milimetricamente calculado!

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Depois de todas as costuras feitas, pregamos a rendinha estreita que serviria para o fechamento. Também fizemos duas casas de botão, na aba do envelope, para que as duas pontas da renda passassem para cima e então o envelope fechasse com um laço.
Mais uma coisa de última hora: Eu tinha guardado alguns mini pingentes de metal com a escrita “LOVE”. Outra daquelas coisas que “comprei-porque-achei-bonito-mas-não-sei-o-que-fazer-com-eles”. Acabei colocando-os na renda que fechava o envelope.

Tudo lindo, prontinho e acabado! Os nossos convites de casamento ficaram assim:

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Eu mesma desenvolvi a arte do convite. Queria algo bem divertido, descontraído… eu e o Alessandro estamos bem longe de ser um casal formal, então… nada como o convite ter a nossa cara, assim como a nossa festa teve.
Eu fiz o convite no Corel (gente, eu AMO o ilustrator… mas a gráfica que eu mandei fazer impressão aqui em Esteio não trabalha com esse programa. Aí recorri ao velho Corel, que na minha opinião não é tão bom assim, mas quebrou o galho!) e colori no Photoshop, pra poder colocar uns “efeitinhos” na coloração, etc.
Antes que alguém me pergunte, não, eu não “baixei” modelo de lugar nenhum. Eu desenvolvi o convite, mesmo.

Para escrever nos envelopes, usei uma caneta chamada MICRON. É uma caneta bem conhecida no mundo do artesanato, pois ela escreve no tecido sem manchar e também não sai com água. Acha-se em livrarias e em casas de artesanato, ela custa em torno de R$16,00. Eu usei uma de ponta bem fininha, n. 01 (que corresponde a 0.25mm). Escrevi com a minha própria letra.

Começamos a entregar os convites faltando 2 meses para o casório =)

02
dezembro
2013

~Convidando os Padrinhos de Casamento~

Assim que escolhemos quem seriam os nossos padrinhos de casamento comecei a me preocupar com uma coisa: COMO iríamos convidá-los? Iríamos simplesmente “chegar e falar”? Iríamos entregar algum convite impresso? Daríamos algum presente? Enfim… totalmente leiga no assunto por nunca ter estado na posição de noiva ou madrinha antes, fui consultar o meu pastor, ops, o google, pra saber como os casais de hoje em dia fazem esse convite.

Logo na primeira pesquisa, veio uma enxurrada de imagens de cartões que começavam com os dizeres “Bença Madrinha” ou “Bença Padrinho” e dali seguiam para um convite super hiper ultra mega formal. Nada contra quem gosta, mas isso simplesmente não tinha NADA a ver com a gente e nem com os nossos padrinhos. O pior é que 95% dos resultados da busca eram de cartões desse tipo e eu jamais faria algo assim, totalmente fora da proposta do nosso casamento, sem um pingo de identificação com tudo aquilo que a gente gosta e ainda por cima, super batido, pelo que pude constar.

Resolvi pesquisar então pelos termos em inglês “invites for…” “bridesmaids”, “maid of honor”, “friend of the groom”, etc etc… achei coisas um tanto… estranhas. Mas também achei algumas coisas bem bacanas. Só que aí veio a vontade de fazer algo mais que um simples cartão e, em uma dessas infinitas buscas, acabei caindo no Wedding Chicks, onde encontrei um convite para madrinhas de casamento ultra mega fofo e que me inspirou para fazer os convites dos nossos padrinhos.

As caixinhas de madeira pintadas em azul tiffany chamaram minha atenção na hora, não só pela cor que estará presente na decoração, mas também por já faz quase 1 ano que eu venho pintando em madeira. Como não pensei nisso antes? No sábado seguinte, na aula de pintura, pedi a minha professora Neca que encomendasse 4 caixas para que eu pudesse por a ideia em prática. Claro que o convite teve muitas modificações a partir do original que serviu de inspiração, a começar pelo tamanho das caixas: como iríamos usar para convidar os casais e não apenas as madrinhas, pedi que fossem maiores e com uma divisória no meio. Assim teríamos o lado da madrinha e o lado do padrinho =)

Quando as caixas chegaram, eu já tinha as cores para a pintura escolhidas e também já havia decidido como elas deveriam ficar depois de prontas. Pintei por fora de Azul Tiffany (cor que se chama Orvalho na nossa paleta de pintura) e por dentro de Areia, pra ficar um tom bege claro e delicado. Na tampa, fiz uma moldura também na cor Areia. E nessa moldura eu queria escrever o nome dos padrinhos. Fiz alguns testes em outro pedaço de madeira antes, pra ver como ficava e ter certeza que ficaria um trabalho limpo. Testei escrever a mão livre, testei com algumas letras de stencil, mas nenhuma dessas opções eu curti… então fui pro computador, escolhi uma fonte, escrevi os nomes deles no tamanho que queria, fiz impressão das páginas, usei papel vegetal pra tirar o molde do papel branco, passei para as caixas utilizando carbono e, por fim, usei uma caneta posca preta para que a cor ficasse uniforme e os traços fossem firmes. Ufa!

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Depois de pintadas, escritas, decoradas, envernizadas e enceradas, as caixinhas ficaram assim:

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Com a parte da madeira pronta, era hora de fazer a parte gráfica. Eu queria que o convite todo fosse literalmente uma “caixinha de surpresas”. Bolei um esquema em que tudo seria revelado por partes, através de uma tomada de decisões daqueles que receberiam os convites. Também fiz cartõezinhos falando sobre as roupas, sobre os presentes que continham na caixa, paleta de cores, fotos de inspiração e um calendário do mês de novembro/2013 marcando o “nosso dia”. E também não poderiam faltar as tags para os presentes! Com toda a parte gráfica pronta, fui em uma gráfica expressa e fiz a impressão de tudo em folhas A3. Voltei pra casa e recortei tuuuuuudo isso.

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Agora só faltavam os presentinhos!
As madrinhas ganhariam corsages. Essa também foi outra busca intensa, pois eu queria algo bonito, delicado, discreto… e por aqui (Brasil) só achei corsages gandes e bem chamativos, coisa que eu acho que interfere muito no “look” da pessoa que vai usar. Acabei encomendando os corsages de uma menina chamada Tracy, que mora nos EUA e tem uma lojinha no Etsy chamada Tied Up Memories. Também encontrei a loja dela por acaso, fazendo buscas dentro do Etsy, e me encantei com os acessórios vintage que ela faz. A Tracy foi super atenciosa a todos os detalhes que pedi e acabei encomendando um total de 9 corsages (para as madrinhas, mães, avós, daminha de honra e para mim!) que chegaram em uma caixinha super fofa e caprichada, cheirosos e muito bem embalados. Demoraram cerca de 35 dias para que eles chegassem nas minhas mãos, após a postagem nos EUA.

Já os padrinhos, ganhariam gravatas. Gravatas cor-de-rosa, pra combinar com o vestido das madrinhas. E a gente queria um tom de rosa bem específico, clarinho, porque se tem homem que já tem precoceito com a cor rosa, imagina só se ganhar uma gravata PINK! haha. Fomos bem faceiros ao shopping para comprar as gravatas. Mas o que a gente não contava é que o rosa não está mais na moda para os homens… a moda agora é o lilás! Então a gente entrava em lojas de roupas masculinas como Aduana, Tevah, Camisaria Colombo e encontrava um mundo de gravatas na cor lilás, azul, cinza, preto, bordô… mas nada do rosa. E a gente ainda precisava de 4 gravatas iguais! Até achamos gravata rosa em uma loja, mas eles só tinham 2 unidades dela. Eu já estava ficando desesperada, o convite pronto, tudo impresso falando da tal gravata rosa, não poderia mudar a cor agora! Foi então que vimos uma luz no fim do túnel quando entramos na loja TNG do Canoas Shopping e fomos atendidos por uma vendedora super simpática que enfim, nos deu a boa notícia de que a loja tinha as gravatas na cor e quantidade que queríamos, viva! \o/

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Então, com tudo nas mãos, chegou a hora de montar os convites! E modéstia parte, ficaram tããããoooo lindinhos! *-*

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Se deu trabalho? Claro que sim.
Muita pesquisa, quase 2 semanas só para pintar as caixas, tive contratempos na pintura por conta do tempo úmido que faz no inverno do RS aconteceram alguns erros também que tive que consertar, não tenho impressora laser em casa, então tinha que sair pra imprimir, corremos de loja em loja atrás de gravatas, a montagem também deu trabalho… mas a surpresa e o encanto dos padrinhos com os convites que receberam NÃO TEM PREÇO!
Convidamos apenas 4 casais, são pessoas que sempre estiveram presentes, que fazem parte da nossa história, e o mínimo que podemos fazer é agradecer pelo convite aceito!

Queria ter fotografado os 4 casais recebendo os convites, mas infelizmente não deu =P

E desculpem as fotos péssimas! Fiz elas aos 48min do segundo tempo, momentos antes de entregar aos padrinhos e com uma iluminação péssima… #shameonme

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Um pequeno aviso, por favor, leiam:
Tenho recebido muitos e-mails e também muitos comentários aqui no blog de pessoas perguntando se eu poderia “enviar por email” ou “publicar” os textos dos cartões.
Gente, não vou ceder estes textos, ok? Eles são pessoais, foram escritos por mim e pelo meu noivo para cada casal de padrinho, envolvem sentimentos e fatos pessoais nossos, então não fico confortável em dividir isso, desculpe.
Os textos foram propositalmente “escondidos” nas fotos, ok?
Acho que cada um deve escrever os seus, pois são nesses cartõezinhos que o convite abre a possibilidade de expressar sentimentos como a amizade por aquelas pessoas especiais que vocês estão convidando como padrinhos.

Outra coisa é que tive pedidos para que eu cedesse integralmente os arquivos da papelaria… algumas pessoas perguntaram se eu poderia mandar em word, ou então em corel para que outra pessoa manipulasse, enfim… então resolvi responder aqui antes de receber mais pedidos deste tipo: a resposta é NÃO.
Vai ter gente que vai me achar “a chata” por causa disso, só que a coisa não é assim tão simples como algumas pessoas pensam. Eu fiz isso tudo sozinha, gente. Ainda me dei o trabalho de postar aqui, mostrar o passo a passo, como fiz tudo, etc… o “arquivo” da papelaria foi criado integralmente por mim (tudo, até mesmo as paletas de cores), eu não tirei de lugar nenhum, não baixei de lugar nenhum. Também não tenho tempo pra ficar editando esses arquivos para mandar adaptações, ou então colocar em outro programa de fácil acesso como o word… e o pessoal quer que eu ceda isso assim, de graça. Desculpem-me, mas não dá.
Publiquei aqui um post de INSPIRAÇÃO… podem “copiar” a ideia sem problemas… mas cada um deve fazer o seu a sua maneira, ok?

14
agosto
2013