Olympus Pen EE-2 + Kodak Ultra 400

Antes que o ano de 2013 acabasse, fui revelar os dois filmes que estavam aqui esperando por isso. Um deles foi aquele filme que ganhei da Mari Assmann, no natal de 2012, que pretendia usar numa Yashica, mas acabei usando ele na minha Pen EE-2 (pra quem quiser saber mais sobre a câmera, é só clicar no nome dela).

Pois bem, coloquei o filme na Pen no final de Janeiro/2013… comecei com algumas fotos aqui por casa mesmo, depois ela foi comigo pro Chuí, voltou pra Esteio, levei ela em alguns passeios pelo Gasômetro (Porto Alegre/RS), Ipanema (Porto Alegre/RS), Parque Marinha (Porto Alegre/RS) e na Tenda do Umbu (Picada Café/RS). Sei que acabei o filme dela em meados de Agosto/2013.

Infelizmente, aqui na minha cidade não tem nenhum laboratório que preste, então eu precisava arrumar um tempo pra ir a Porto Alegre e revelar lá. A Mari já tinha me indicado a Filipin e, como na semana do Ano Novo o marido tirou folga, resolvi aproveitar pra ir lá revelar meus filmes. Mandei revelar o negativo e digitalizar apenas, não quis fazer impressão em papel.

As fotos da Pen foram as primeiras que fiz com uma câmera analógica em anos! A última vez que tinha usado uma analógica, eu ainda era criança. Na volta pra casa, não aguentei e comecei a olhar os negativos mesmo, queria muito saber se não tinha queimado o filme inteiro (hahaha), mas para minha surpresa, todas as fotos saíram \o/

Era um filme de 36 poses, o que significa que na Pen eu teria 72 fotos. Mas acabou que o filme tirou 2 poses a mais, então tive 76 fotos reveladas.
O laboratório me entregou elas “juntas”, digo, 38 imagens digitalizadas, onde cada imagem continha 2 fotos (pois a Pen faz 2 fotos em cada quadro do negativo). Cheguei até a separar todas elas e fiquei tempo pensando se deveria postar as fotos separadas ou não, afinal, a Câmera é uma half-frame, e seria interessante ver como fica o negativo que ela usou! Por isso decidi postar o quadro do negativo original, contendo 2 fotos cada.

A Pen também é uma “point ando shoot”, o que significa que você não pode controlar absolutamente nada. E isso, pra quem está acostumado com DSLR é um tanto estranho. Uma coisa que vocês vão notar é que tem várias fotos fora de foco… e isso provavelmente aconteceu por eu não ter respeitado a distância de foco da lente, haha, então eu literalmente “matei” algumas fotos por conta disso. Em contrapartida, adorei outras fotos, como a do menino uruguaio com seu cachorro, das folhas no chão com a minha Canon em desfoque, e a dos meus pés junto com os pés do Alessandro.

Algumas fotos ficaram extremamente granuladas e outras não. O filme ficou na câmera por 7 meses e mais 4 meses no armário esperando a revelação… posso estar enganada, mas fico pensando se o fato do filme ter pego calor nesse tempo todo não pode ter influenciado. Outra coisa é que algumas fotos parecem ter “sujeira”, e, como não são todas, tô achando que isso aconteceu durante o scaneamento do negativo feito pelo lab.

Num geral eu curti a Pen, achei que algumas fotos ficaram satisfatórias (outras nem tanto), mas vou tacar um segundo filme nela pra ter um comparativo =)

Vamos às fotos?

0024686A-R1-00-00A
Esq: Mona, totalmente fora de foco. * Dir: Ale e Mona.
.
.
.
0024686A-R1-01-0A
Esq: Mona, entediada. * Dir: No carro, rumo ao Chuí.
.
.
.
0024686A-R1-02-1A
Esq: Ale e eu. * Dir: Eu, fotografando durante a viagem.
.
.
.
0024686A-R1-03-2A
Esq: Eu, fotografando durante a viagem. * Dir: Paisagem da Reserva do Taim.
.
.
.
0024686A-R1-06-5A
Esq: Placa na saída do hotel * Dir: Meus pés.
.
.
.
0024686A-R1-08-7A
Esq: Parte do jardim do hotel * Dir: Meu pai, caminhando no jardim do hotel.
.
.
.
0024686A-R1-10-9A
Esq: Menino uruguaio e seu cachorro * Dir: Santa em uma praia do Uruguai.
.
.
.
0024686A-R1-11-10A
Esq: Uma praia do Uruguai * Dir: Rio do lado Uruguaio.
.
.
.
0024686A-R1-15-14A
Esq: Pedrita, cachorrinha da minha avó * Dir: Triumph Speed Triple, em frente à casa dos meus pais.
.
.
.
0024686A-R1-17-16A
Esq: Gasômetro, Porto Alegre/RS. * Dir: Triumph Speed Triple, no Gasômetro,Porto Alegre/RS.
.
.
.
0024686A-R1-18-17A
Esq: Triumph Speed Triple, em Ipanema, Porto Alegre/RS. * Ipanema, Porto Alegre/RS.
.
.
.
0024686A-R1-19-18A
Esq: Ipanema, Porto Alegre/RS. * Dir: Ipanema, Porto Alegre/RS.
.
.
.
0024686A-R1-24-23A
Esq: Nossos pés (meus e do Ale) * Dir: Ale e Mona.
.
.
.
0024686A-R1-25-24A
Esq. e Dir: Nossa afilhada Camila, em duas poses.
.
.
.
0024686A-R1-26-25A
Esq. e Dir: Ale e Mona no Pq. Marinha, Porto Alegre/RS.
.
.
.
0024686A-R1-27-26A
Esq: Mona, fazendo amizades. * Dir: Mona fugindo, literalmente.
.
.
.
0024686A-R1-28-27A
Esq. e Dir: Pôr do Sol no Pq. Marinha, Porto Alegre/RS.
.
.
.
0024686A-R1-32-31A
Esq: Ale e Mona, na Tenda do Umbu, Picada Café/RS * Dir: Mona na Tenda do Umbu, Picada Café/RS
.
.
.
0024686A-R1-33-32A
Esq: Minha Canon e folhas no chão. * Dir: Tenda do Umbu, Picada Café/RS
.
.
.
0024686A-R1-35-34A
Esq: Mona. * Dir: Minhas pantufas, pra aguentar o inverno gaúcho!
.
.

Não postei todas porque achei que era muita coisa. Então escolhi os 20 quadros que mais gostei. =)
Só a nível de curiosidade: Se fosse revelar as fotos no papel, elas não sairiam assim (a menos que eu pedisse). Viriam normais, uma a uma.

10
janeiro
2014

~A trilha sonora do nosso casamento~

Quando a tão esperada data foi se aproximando, alguém me perguntou: “e aí, já escolheram as músicas?”
Músicas? Eu estava envolvida com tantas outras coisas que nem tinha lembrado desse detalhe.

Desde o início dos preparativos, a única certeza que eu tinha era: não quero usar marcha nupcial. Pelo simples motivo que… não gosto de certas formalidades. Eu queria entrar com uma música, uma música bonita, com significado, enfim… mas não tinha parado pra pensar em qual.

Nossa cerimônia foi ao ar livre, por isso a gente pôde escolher livremente as músicas da cerimônia. Eu estou beeeem por fora do que as igrejas exigem, mas pelo que andei lendo em alguns blogs, algumas proíbem muitas coisas… e, apesar de eu e o Alessandro sermos batizados na igreja católica, casar na igreja sempre esteve fora de cogitação, pois não somos praticantes. Acreditar em Deus é uma coisa… praticar uma religião é outra. E também confesso que, casar ao ar livre sempre foi meu sonho <3 Então fui conversar com a Fernanda Dutra [da LiFe Eventos], nossa cerimonialista, para saber ao certo quantas músicas precisaríamos escolher. J-U-R-O que eu nunca tinha pensado nessa questão, só tinha pensado que precisava de uma música para minha entrada, mas nem me dei por conta que o restante do cortejo também precisaria.

Conversei com o Alessandro e juntos decidimos que, ao menos para a cerimônia, todas as músicas seriam nacionais e em português. Sinceramente, apesar de ter muita música estrangeira que a gente AMA, não tínhamos a menor ideia da intimidade dos nossos convidados com o inglês. E, como tudo pra gente precisava ter algum significado, que graça teria se as pessoas presentes não pudessem entender?
Também tinha a questão dos gêneros. Eu, pessoalmente, tenho pavor de alguns gêneros que são assim, como posso dizer… um tanto… populares. São eles: funk, pagode, sertanejo, axé, samba. Não gosto, não ouço, e fico irritada quando “sou obrigada” a ouvir algum desses gêneros(como quando algum vizinho resolve que todos no prédio devem amar as músicas do tal MC do momento). Felizmente, o Ale também pensa assim.

Então tínhamos a missão de procurar, entre bandas e músicos do pop/rock nacional, músicas que a gente curtisse, que tivessem um significado para cada momento e que também tivessem um bom ritmo para a cerimônia.

Isso foi algo muito difícil, acreditem!
Encontramos músicas que tinham uma boa letra, uma boa batida, mas não agradavam nossos ouvidos;
Encontramos músicas que agradavam nossos ouvidos, tinham uma boa letra, mas o ritmo impedia de usar na cerimônia;
Encontramos músicas que agradavam nossos ouvidos, o ritmo era perfeito, mas a letra… bem, não servia para um momento de alegria!

Nós não contratamos músicos. Tudo tocou em som eletrônico, então tínhamos que escolher músicas comerciais. Quem contrata músicos consegue escolher a música que quiser, pois mesmo se a mesma não tiver um bom ritmo, os músicos podem fazer um arranjo diferente, etc.

Também decidimos que o cortejo seria ao estilo “americano”, ou seja, os padrinhos entrariam sozinhos e se posicionariam ao lado do Alessandro. E as madrinhas entrariam em seguida, posicionando-se ao lado que eu ficaria. Isso foi possível porque eu não tinha os meus padrinhos e o Alessandro os padrinhos dele… eram os NOSSOS padrinhos, nossos irmãos e nossos amigos em comum. Isso também exigiu que os padrinhos tivessem uma música diferente das madrinhas.

Algumas dessas músicas foram escolhidas a 2 dias do casamento, uma loucura! Mas a gente conseguiu =)

65

Músicas da nossa cerimônia:
(clique no nome da música para ouvir)

Entrada do Noivo: Engenheiros do Havaii – 3×4 (versão acústico MTV) (minha mãe e meu sogro entraram logo depois, ainda com esta música).
Entrada dos Padrinhos: Ira! – Tarde Vazia (versão acústico MTV com participação do Samuel Rosa)
Entrada das Madrinhas: Marisa Monte – Vilarejo
Entrada da noiva (eu!): Nando Reis e Anna Canas- Pra você guardei o Amor
Entrada da Daminha com as alianças: Cidadão Quem – O Amanhã Colorido
Benção das Alianças e troca das mesmas: Marcelo Jeneci – Pra Sonhar
Saída: Jota Quest – Palavras de um Futuro Bom

*****

Também tivemos que escolher outras músicas, para outros momentos da festa. Estas sim, foram bem mais fáceis de escolher, pois aí resolvemos usar estrangeiras também.

05

Músicas que usamos para outros momentos da festa:
(clique no nome da música para ouvir)

Entrada dos noivos no salão: The Cure – Just Like Heaven
Momento do Brinde: Jota Quest – Mandou Bem
Dança dos Noivos: Frankie Valli and the 4 Seasons – Can’t Take my Eyes of you (aqui cabe um parênteses: não ia ter dança dos noivos… por exigência do noivo. Então não havíamos escolhido música para a ocasião. Porém, pouco antes da abertura de pista, o Fotógrafo André Ricardo disse que a gente precisava dançar, era um momento importante e também chamava o pessoal pra pista. Falei que por mim, tudo bem… mas ele precisou convencer o Alessandro! Como a gente adora músicas anos 60/70/80/90, ele pediu pro DJ tocar essa. Então a gente acabou dançando de improviso e só soubemos qual música quando a mesma começou a tocar!)
Abertura de Pista: New Order – Bizzare Love Triangle ’87
Momento do bouquet: Cyndi Lauper – Girls Just Wanna Have Fun

*****

Todas essas músicas já faziam parte do nosso repertório pessoal, mas agora elas terão um significado ainda mais especial pra gente, principalmente as músicas que tocaram na cerimônia. Confesso que fui ouvir algumas delas esta semana e chegou a correr uma lagriminha… vai ser difícil não me emocionar quando ouvi-las <3 Na pista, vetamos os gêneros que a gente definitivamente não gosta. Basicamente, tocou anos 60 / 70 / 80 / 90, alguma coisa de música eletrônica que tá em alta no momento, alguma coisa de pop/rock contemporâneo. * As fotos que ilustram o post foram feitas pelos fotógrafos Liliane Gimenez e André Ricardo no dia do nosso casamento =)

05
dezembro
2013

O nosso ~convite de casamento~

Hello, pessoas!

Então, hoje fazem 9 dias que casei (o tempo voa!), foi lindo, maravilhoso! E com relação aos itens DIY não tem mais nenhuma surpresa pra estragar, então a partir de hoje farei uma série de posts aqui no blog, pra mostrar todos os detalhes do nosso casamento, todos os elementos que planejei, todo o trabalho que tive para que tudo ficasse do jeitinho que queríamos!

Para quem não sabe, eu sou artesã de coração e publicitária de formação, então não tinha como eu não colocar a mão na massa e fazer as coisas acontecerem. Mas que coisinhas? As que vocês irão conhecer aqui, em cada post que eu fizer =)

Uma das primeiras coisas que eu pensei em fazer foi ele, o convite!
Gente, eu bolei este convite quase 1 ano e meio antes do casamento… e adivinhem? Não mudei absolutamente nada nele! <3 O processo de criação dele foi bem complexo, contou com a participação de outras pessoas, até chegar no resultado final que vocês verão aqui. E tudo começou às avessas: a primeira coisa que eu pensei é que eu precisava usar um furador de papel que eu tinha comprado há algum tempo: Convites Casamento Re+Ale 01

É um kit de furadores para scrapbook, da Martha Stewart, e é chamado de “punch around the page”, isso porque ele tem um furador para os cantos e um furador para as bordas, que juntos, dão continuidade ao desenho. Existem vários desenhos diferentes de borda, mas na época que eu comprei, me encantei por este desenho todo rendadinho. E detalhe: eu comprei ele em 2011, sem finalidade alguma, só porque achei “bonitinho”…

Então, com essa história do casamento, de eu querer fazer a papelaria sozinha, resolvi que ia usar o tal furador para fazer a borda do convite. Mas aí me deparei com um problema: pelo fato do furador ser importado (americano), o tamanho do papel a ser cortado precisava ser calculado em polegadas, e não em centímetros… isso para que o desenho dele fechasse perfeitamente. Não que eu não soubesse trabalhar com polegadas, o problema seria conseguir um envelope para ele! E foi assim que o meu martírio começou…

Procura daqui, revira dali, fui em umas 38463549 livrarias, e nada… ou o envelope era grande demais, ou pequeno demais… se ficava bom na largura, dava problema na altura… me convenci de que não conseguiria um envelope padrão para ele. Consultei algumas gráficas pra ver quanto custaria fazer um envelope personalizado, e, obviamente que era muito caro. Eu já esperava por isso, pois eu precisava de apenas 65 unidades e gráfica trabalha com quantidade, quanto mais unidades iguais você compra, menor é o preço da unidade… e a quantidade que eu queria não atingia nem o mínimo, quiçá descontos!

Foi então que, numa conversa com minha mãe, ela lançou a ideia brilhante: porque não um envelope de tecido?
Como não pensei nisso antes? Com tecido faria o tamanho e formato de envelope que quisesse! G-E-N-I-A-L!
Fiz um cálculo rápido pra saber quantos yards de tecido eu precisava. Sim, yards (tradução: jardas)! Porque quando você compra tecido importado e de uma loja do exterior, você compra em yards e não em metros… 1 yard = 91cm (+ ou -). Tecidos importados tem qualidade superior, o algodão é infinitamente melhor, as estampas tem cores mais vivas e desenhos bem delineados. Comprar de fora compensa porque você pagará pelo mesmo tecido a metade do valor que ele é vendido aqui.
Já tinha decidido que o tecido seria importado, que compraria de fora, que precisava de 6 yards pra fazer todos os envelopes. A temática do nosso casamento seriam passarinhos, eles estariam presentes no convite. Então, pra complicar ainda mais, decidi que o tecido do envelope seria de casinhas de passarinho!
Foi uma intensa busca, mas finalmente consegui com um vendedor do Etsy uma estampa que me agradou demais! E o melhor: num tom de azul liiiiiindo!

Convites Casamento Re+Ale 06

Mas como nem tudo são rosas, ele tinha apenas 4 yards do tecido em azul… até tinha mais yards da mesma estampa, porém em tecido verde claro. Na hora fiquei um pouco chateada, mas depois, pensei: tanta coisa nesse casamento vai ser diferente… a começar pelo local, que tem uma mesa de cada tamanho, uma cadeira de cada estilo… porque não usar duas cores de envelope? Comprei os 4 yards de tecido azul e 2 yards de tecido verde… alguns convidados receberam uma cor de envelope, outros convidados receberam outra =)
Eu fiz a compra em janeiro/2013, com muuuuita antecedência. Demorou cerca de 50 dias para os tecidos chegarem até minhas mãos.

Alguns meses depois, quando chegou a época de colocar a mão na massa e iniciar a produção, bolei também 2 cartõezinhos, que seriam anexados ao convite: o primeiro para confirmação de presença, com os dados que a nossa cerimonialista nos passou para tal; e o segundo falando da nossa página na internet, onde haviam fotos, mapa do evento e lista de presentes. O site construí pelo iCasei.

Tudo planejado e arquivo de papelaria finalizado, fui na gráfica e imprimi algumas páginas de teste:

Convites Casamento Re+Ale 02

Fazer página de teste é muito importante, pois assim você pode ver como ficaram as cores no papel e se o tamanho do convite ficou certinho. Teste feito e aprovado, mandei fazer a impressão das 65 unidades necessárias.

Convites Casamento Re+Ale 03

Momento de trabalho braçal: Cortar tuuuuuudo na guilhotina, pra ficar bem retinho e nas medidas. Depois de cortados, chegou a hora de usar o meu ultra hiper mega super blaster furador de bordas.

Convites Casamento Re+Ale 04

Parte de papelaria feita! Os convites ficaram assim:

Convites Casamento Re+Ale 05

Depois disso, minha mãe cortou o tecido para os envelopes na placa de patchwork, que também dá precisão ao corte, com medição certa:

Convites Casamento Re+Ale 07

Convites Casamento Re+Ale 08

Vale aqui dizer que, antes de sair cortando este tecido, calculei exatamente que tamanho precisava cortar para fazer o envelope que queria e cortei este tamanho em um outro tecido qualquer… costurei e experimentei o convite dentro dele, para ver como ficaria. E só com a certeza de que era exatamente isso que eu queria, que fizemos o corte do real tecido que seria usado para os envelopes. TUDO que fazemos pela primeira vez exigem testes. Ou então você estará fadado a ter uma margem de desperdício de material muito maior do que deveria ter.

Com todo o tecido cortado, eu e a mãe fomos para a máquina, fazer a bainha das bordas.

Convites Casamento Re+Ale 09

De última hora, resolvemos adicionar um detalhe: uma tira de renda de algodão na parte frontal inferior do envelope. E dá-lhe medição e corte!

Convites Casamento Re+Ale 10

Essa renda precisou ser posicionada com alfinetes, pois a mesma costura que fecharia as laterais do envelope, também a pregou. Tudo milimetricamente calculado!

Convites Casamento Re+Ale 11

Depois de todas as costuras feitas, pregamos a rendinha estreita que serviria para o fechamento. Também fizemos duas casas de botão, na aba do envelope, para que as duas pontas da renda passassem para cima e então o envelope fechasse com um laço.
Mais uma coisa de última hora: Eu tinha guardado alguns mini pingentes de metal com a escrita “LOVE”. Outra daquelas coisas que “comprei-porque-achei-bonito-mas-não-sei-o-que-fazer-com-eles”. Acabei colocando-os na renda que fechava o envelope.

Tudo lindo, prontinho e acabado! Os nossos convites de casamento ficaram assim:

Convites Casamento Re+Ale 12

Convites Casamento Re+Ale 13

Convites Casamento Re+Ale 14

Convites Casamento Re+Ale 15

Convites Casamento Re+Ale 16

Eu mesma desenvolvi a arte do convite. Queria algo bem divertido, descontraído… eu e o Alessandro estamos bem longe de ser um casal formal, então… nada como o convite ter a nossa cara, assim como a nossa festa teve.
Eu fiz o convite no Corel (gente, eu AMO o ilustrator… mas a gráfica que eu mandei fazer impressão aqui em Esteio não trabalha com esse programa. Aí recorri ao velho Corel, que na minha opinião não é tão bom assim, mas quebrou o galho!) e colori no Photoshop, pra poder colocar uns “efeitinhos” na coloração, etc.
Antes que alguém me pergunte, não, eu não “baixei” modelo de lugar nenhum. Eu desenvolvi o convite, mesmo.

Para escrever nos envelopes, usei uma caneta chamada MICRON. É uma caneta bem conhecida no mundo do artesanato, pois ela escreve no tecido sem manchar e também não sai com água. Acha-se em livrarias e em casas de artesanato, ela custa em torno de R$16,00. Eu usei uma de ponta bem fininha, n. 01 (que corresponde a 0.25mm). Escrevi com a minha própria letra.

Começamos a entregar os convites faltando 2 meses para o casório =)

02
dezembro
2013

O nosso ~save the date~

Pra quem não sabe, o Save the Date é um “pré convite”, enviado aos convidados com cerca de 6 a 5 meses de antecedência, para que todos já reservem a data do casório.
Muitos casais não usam, mas particularmente acho a ideia excelente. Avisar com bastante antecedência evita o famoso “não vou poder ir porque tenho outro compromisso no mesmo dia”.

O Save the Date é um convite informal, então não é necessário que o mesmo seja impresso. No nosso caso, enviamos por e-mail.

Antes mesmo de fazer o nosso ensaio fotográfico pré-casamento, eu já havia idealizado o Save the Date. Daí a ideia de mandar fazer a placa da moto com a data do casório. Pedi para os fotógrafos fazerem uma foto onde a placa estaria em evidência e nós dois ao fundo. Com as fotos já em mãos, tratei esta foto específica no photoshop para que ela ficasse com um tom amarelado, cortei ela em formato polaroid e escrevi na imagem o que faltava.

Ficou assim:

~Save the Date~

Nem todos os nossos convidados receberam, pois infelizmente não conseguimos e-mail de todos eles… inclusive alguns nem tinham endereço de e-mail. Então para estes a gente apenas comunicou.

Faltam 22 dias! <3

01
novembro
2013